Praça boa não é cidade grande.
É concentração de obras certas, profissionais ativos e demanda que cabe no posicionamento da marca.
O ciclo em que revendas e indústrias deixaram de olhar cidade como praça genérica e passaram a enxergar bairro, fase de obra, classe social e influência profissional como vantagem competitiva.
A leitura 2024-2023 marcou a passagem do comercial por proximidade para o comercial por evidência: obras em andamento, concentração de arquitetos, bairros em aceleração e janelas de compra por segmento atendido.
É concentração de obras certas, profissionais ativos e demanda que cabe no posicionamento da marca.
Vendedores passaram a operar com prioridade semanal, não com lista fria de contatos.
Fabricantes começaram a medir cobertura, vazio comercial e potencial por representante.
Cidades médias passaram a concentrar obras de alto padrão com menos disputa de fornecedores.
A recorrência de profissionais ativos passou a pesar mais que campanhas amplas e genéricas.
A abordagem vencedora migrou para a fase inicial da obra, quando especificação ainda está aberta.